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Daniel Santos e a política sem lado: quando o interesse pessoal supera a convicção

Entre alianças pautadas pela "conveniência" e a crítica às "amizades volúveis", a gestão de Daniel Santos é questionada por priorizar o pragmatismo político enquanto Ananindeua enfrenta o abandono na zeladoria e graves conflitos institucionais

Publicado em 01/04/2026 às 13:38 👁️ 2 visualizações
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A gestão de Daniel Santos em Ananindeua é frequentemente apontada como um exemplo de política movida pela conveniência, em vez de convicção ou coerência. O prefeito justifica suas alianças atuais como uma forma de obter "realizações pro bairro" através de parcerias e "termos de compromisso", mudando de lado conforme a oportunidade política se apresenta.

No entanto, essa postura o coloca no grupo de políticos descritos como "traíras", que não possuem um lado definido e agem de acordo com o interesse imediato, as fontes criticam essa tendência de "amizades volúveis", onde laços que deveriam ser sólidos são rompidos de repente por puro pragmatismo eleitoral.

Essa falta de firmeza ideológica é visível quando um gestor elogia um aliado hoje para atacá-lo amanhã, demonstrando que não há um compromisso real com princípios, mas sim com o poder. Enquanto o prefeito se ocupa com essas movimentações e a "honra" de novas alianças partidárias, a cidade enfrenta problemas graves como o abandono da Rua das Américas, que virou um lixão a céu aberto. O contraste entre o discurso de "ajudar o povo carente" e a realidade de uma gestão que utiliza a Guarda Municipal para enfrentar a Polícia Militar no Aurá revela uma inversão de prioridades perigosa.

No fim, o que se vê em Ananindeua é a prática de uma política que jurava amor e amizade no passado, mas que hoje se curva a quem pode oferecer vantagens momentâneas, deixando a coerência de lado.

 

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